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<channel><title><![CDATA[ALINE REIS - JORNADA OL&Iacute;MPICA]]></title><link><![CDATA[http://www.alinereisfutbol.com/jornada-oliacutempica]]></link><description><![CDATA[JORNADA OL&Iacute;MPICA]]></description><pubDate>Mon, 01 Dec 2025 06:37:59 -0800</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Jornada Olímpica]]></title><link><![CDATA[http://www.alinereisfutbol.com/jornada-oliacutempica/jornada-olimpica]]></link><comments><![CDATA[http://www.alinereisfutbol.com/jornada-oliacutempica/jornada-olimpica#comments]]></comments><pubDate>Sun, 30 Oct 2016 00:35:26 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.alinereisfutbol.com/jornada-oliacutempica/jornada-olimpica</guid><description><![CDATA[Uma verdadeira campe&atilde;.&#8203;Ela &eacute; como o fogo. O tipo de pessoa que voc&ecirc; quer ao seu lado quando est&aacute; "contra a parede" . Essa verdadeira "for&ccedil;a da natureza" chamada Aline, existe em um compacto corpo de 1.63m e 60kg de puro m&uacute;sculo, cora&ccedil;&atilde;o e coragem.&nbsp;Era uma manh&atilde; de s&aacute;bado em Setembro de 2015, &agrave;s 9:57 da manh&atilde; recebi uma mensagem de texto de uma amiga:   	 		 			 				 					 						  "Preciso falar com voc& [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><font size="4"><font color="#454545">Uma verdadeira campe&atilde;.<br />&#8203;Ela &eacute; como o fogo. O tipo de pessoa que voc&ecirc; quer ao seu lado quando est&aacute; "contra a parede" . Essa verdadeira "for&ccedil;a da natureza" chamada Aline, existe em um compacto corpo de 1.63m e 60kg de puro m&uacute;sculo, cora&ccedil;&atilde;o e coragem.&nbsp;</font></font><br /><br /><font color="#454545"><font size="4">Era uma manh&atilde; de s&aacute;bado em Setembro de 2015, &agrave;s 9:57 da manh&atilde; recebi uma mensagem de texto de uma amiga:</font></font></div>  <div><div class="wsite-multicol"><div class="wsite-multicol-table-wrap" style="margin:0 -15px;"> 	<table class="wsite-multicol-table"> 		<tbody class="wsite-multicol-tbody"> 			<tr class="wsite-multicol-tr"> 				<td class="wsite-multicol-col" style="width:50%; padding:0 15px;"> 					 						  <blockquote><font size="4" color="#f86300">"Preciso falar com voc&ecirc;.<br />Preciso da sua ajuda.<br />Parece loucura, mas eu tenho um objetivo.<br />Eu quero estar nas Olimp&iacute;adas do Rio em 2016.<br />&#8203;Tenho nove meses pra me preparar..."</font></blockquote>   					 				</td>				<td class="wsite-multicol-col" style="width:50%; padding:0 15px;"> 					 						  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-medium " style="padding-top:0px;padding-bottom:20px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:center"> <a> <img src="http://www.alinereisfutbol.com/uploads/2/7/7/4/27746979/img-7811_1.jpg?224" alt="Picture" style="width:224;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>   					 				</td>			</tr> 		</tbody> 	</table> </div></div></div>  <div class="paragraph"><font size="4"><span style="color:rgb(69, 69, 69)">Menos de um ano depois, eu vi minha ex companheira de time e mentora se apresentar no maior palco do mundo: os Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016.&nbsp;</span>&#8203;</font></div>  <blockquote style="text-align:left;"><font color="#f86300"><font size="4">"A hist&oacute;ria da Aline &eacute; marcante. Como treinadora de goleiras da UCLA e ex-jogadora de destaque na Universidade Central da Florida, ela assistiu pela televis&atilde;o o Brasil jogar na Copa do mundo e decidiu tentar retornar &agrave; Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira e ir para as Olimp&iacute;adas. E ela conseguiu, superando a goleira titular da copa do mundo, Luciana, e conquistando a posi&ccedil;&atilde;o de reserva no gol do Brasil"</font><br /><font size="4">&ndash;Grant Wahl, Sports Illustrated</font></font></blockquote>  <div class="paragraph"><font size="4"><font color="#454545">Apesar do triste resultado final, a Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira ainda assim saiu vencedora: mereceu a medalha de ouro pelos olhos de sua na&ccedil;&atilde;o, sendo apelidadas de "meninas de ouro". Nunca antes t&iacute;nhamos visto um time titular e banco de reservas com tanto talento, e muito menos, tanta paix&atilde;o e apoio vindo dos fans.&nbsp;</font><br /><br /><font color="#454545">Em resposta ao artigo de Wahl, nossa&nbsp;</font></font><font color="#454545"><font size="4">ex-treinadora da UCF e atual treinadora da UCLA, Amanda Cromwell, disse isso sobre a Aline:</font></font></div>  <blockquote style="text-align:left;"><font size="4" color="#f86300">"A hist&oacute;ria da Aline nunca foi contada mas todo mundo deveria saber disso: sua motiva&ccedil;&atilde;o, determina&ccedil;&atilde;o e paix&atilde;o s&atilde;o inigual&aacute;veis. A Aline &eacute; a jogadora dos sonhos de qualquer treinador e a companheira de time que qualquer jogadora gostaria de ter"&nbsp;<br />-Amanda Cromwell&nbsp;</font></blockquote>  <div class="paragraph"><font size="4"><font color="#454545">Realmente: ela &eacute; uma sonho de jogadora e de companheira de time. Se voc&ecirc; teve&nbsp; a sorte de jogar no mesmo time que a Aline, voc&ecirc; deve estar sorrindo ao ler isso, porque voc&ecirc; sabe que &eacute; verdade. Ela ama tanto esse esporte que &eacute; imposs&iacute;vel ficar perto dela e n&atilde;o se apaixonar por ele tamb&eacute;m. Sua paix&atilde;o &eacute; contagiante. Os seus abra&ccedil;os s&atilde;o como rem&eacute;dio. A sua espiritualidade, compaix&atilde;o e perspectiva sobre o mundo pode acender um fogo motivacional nos mais duros e desacreditados cora&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<br />&#8203;</font><br /><font color="#454545"><span>A paix&atilde;o e a tenacidade dela, as vezes parece obsess&atilde;o, como da vez que ela ensinou a si mesma como praticar snowboard. No meio do Colorado ela ficou em p&eacute; numa prancha pela primeira vez, sem a ajuda de ningu&eacute;m, nem de instrutores e nem dos seus amigos mais experientes. A primeira hora foi doloroso de ver: foram muitas quedas de cara na neve. A gente se segurou pra n&atilde;o ensin&aacute;-la mesmo que no final n&oacute;s todos tiv&eacute;ssemos que ir para o hospital levar pontos. No final das contas, ela aprendeu como snowboard, e fazia muito tempo que eu n&atilde;o ria tanto, como ri com ela.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>No instante em que li as palavras da t&eacute;cnica Amanda Cromwell, percebi que poucas pessoas j&aacute; tinham ouvido a hist&oacute;ria da Aline. Como ex-jogadora da liga universit&aacute;ria e agora como t&eacute;cnica, eu consigo entender muito bem o quanto &eacute; dif&iacute;cil para esses atletas chegarem ao alto n&iacute;vel. "Desistir" &eacute; algo que n&atilde;o existe no vocabul&aacute;rio deles.</span></font><br /><font color="#454545"><span>Atletas ol&iacute;mpicos v&atilde;o atr&aacute;s dos seus objetivos com tudo o que t&ecirc;m. Se voc&ecirc; quer ser melhor do que a m&eacute;dia, voc&ecirc; tem que estar preparado para o sacrif&iacute;cio, dar sempre mais do que voc&ecirc; &eacute; exigido, fazer mais do que esperam. Voc&ecirc; tem que estar disposto a seguir em frente com o que se comprometeu a fazer, mesmo quando voc&ecirc; est&aacute; desmotivado ou sem vontade. Voc&ecirc; acha um jeito de superar isso. Essa &eacute; a doce realidade, atletas podem passar anos - mais precisamente quatro anos - treinando metodicamente para o seu esporte e mesmo assim n&atilde;o conseguir ir as olimp&iacute;adas.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Aline conseguiu em 9 meses.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Muitos atletas de elite tem apoio de patroc&iacute;nio, e acesso a variados tipos de especialistas e treinadores, que cuidam de cada pequeno fator de prepara&ccedil;&atilde;o: nutri&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, composi&ccedil;&atilde;o corporal, treinamento de for&ccedil;a, treinamento t&eacute;cnico, reabilita&ccedil;&atilde;o e trabalho psicol&oacute;gico para determinado esporte.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Aline teve que ser sua pr&oacute;pria treinadora pela maior parte destes 9 meses.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>A maioria dos atletas de ponta tem treinadores que acreditam no seu potencial, d&atilde;o todo o apoio necess&aacute;rio e defendem o seu nome a qualquer custo.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>No caso de Aline, alguns anos atr&aacute;s, ela foi "rotulada" muito baixa para estar na Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira, pois sua altura n&atilde;o chegava aos padr&otilde;es exigidos para a posi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545">Por&eacute;m, em Setembro de 2015 ela tomou sua decis&atilde;o. Ela sabia que tinha algo especial a oferecer para a sele&ccedil;&atilde;o brasileira, sabia que podia acrescentar ao grupo e acreditou que ela teria a sua chance na hora certa. Foi ent&atilde;o que a atleta procurou os especialistas que ela conhecia, aproveitou os recursos que tinha na UCLA, correu atr&aacute;s de ajuda, e fez o que precisava ser feito com suas pr&oacute;prias m&atilde;os. Eu acho que nunca me deparei com uma jogadora t&atilde;o disposta a fazer os sacrif&iacute;cios necess&aacute;rios e t&atilde;o comprometida com algo do jeito como ela foi. N&atilde;o interessa se voc&ecirc; tem um trabalho de tempo integral para sobreviver: treinar para as olimp&iacute;adas passa a ser o seu trabalho mais importante, ou voc&ecirc; est&aacute; se enganando. Voc&ecirc; luta todo dia para melhorar seu condicionamento f&iacute;sico, sua t&eacute;cnica, ir pra academia, treinos, e depois repetir tudo de novo, dia ap&oacute;s dia, disciplinadamente. Isso significa, que voc&ecirc; tem que constantemente cuidar de todos os detalhes, como o modo que se alimenta, suas horas de sono e sua evolu&ccedil;&atilde;o. Dia e noite, semana atr&aacute;s de semana ela fez o melhor dela para conseguir seu objetivo.</font>&nbsp;<font color="#454545"><span>Ela "abra&ccedil;ou" e confiou no processo, como se a jornada fosse sua pr&oacute;pria recompensa: a cada meta de curto prazo alcan&ccedil;ada, Aline se aproximava cada vez mais do seu objetivo principal.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Aline prosseguiu fazendo esse malabarismo de horas de trabalho insanas, trabalhando como treinadora de goleiros e viajando constantemente com A UCLA para jogos. Durante muitas vezes teve que lutar contra a press&atilde;o do cora&ccedil;&atilde;o e da mente. Atletas ol&iacute;mpicos, assim como nos, tamb&eacute;m t&ecirc;m que lutar contra fatores psicol&oacute;gicos, tanto mentais quanto emocionais como ansiedade e auto confian&ccedil;a, al&eacute;m dos fatores f&iacute;sicos como a fadiga. &nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>&Eacute; equivocado pensar que uma vez que voc&ecirc; chega ao alto n&iacute;vel, voc&ecirc; j&aacute; sabe como lidar com tudo. Atletas ol&iacute;mpicos s&atilde;o seres&nbsp; humanos que passam pelos mesmos conflitos e distra&ccedil;&otilde;es que o resto de n&oacute;s, por&eacute;m sob muito mais press&atilde;o.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Enquanto a gente acompanhou a trajet&oacute;ria da Aline, os acontecimentos come&ccedil;aram a lembrar um pouco do desenho animado "Coiote e Papa-l&eacute;guas", onde o coiote tenta de tudo para capturar o papa-l&eacute;guas, mas no final, planos sempre v&atilde;o por &aacute;gua abaixo no pior momento poss&iacute;vel. Como no desenho, obst&aacute;culo atr&aacute;s de obst&aacute;culo foram aparecendo no seu caminho de Aline. A come&ccedil;ar pelo contrato de aluguel que venceu antes do seu retorno pro Brasil, o que for&ccedil;ou a Aline a morar de favor na casa de amigos. Muitos foram os acontecimentos, mas citarei alguns exemplos, como o acidente de carro durante a temporada, que resultou em ter que ir de bicicleta para todos os lugares por algumas semana, ou ent&atilde;o o dia em que ela quase perdeu o dente da frente em um treino. Al&eacute;m da cr&ocirc;nica tendinite patelar, ainda veio uma les&atilde;o grave no tornozelo. Os exames de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica mostravam que ela teria que ficar afastada aproximadamente por 5 semanas para se recuperar.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>O fato de Aline ter ficado fora de alguns jogos pela Ferrovi&aacute;ria devido &agrave; sua les&atilde;o no tornozelo, j&aacute; colocava muita press&atilde;o para a Aline voltar aos gramados para um dos jogos mais importantes que as Guerreiras Gren&aacute;s teriam. Mas apenas dois dias antes do jogo, uma s&eacute;ria doen&ccedil;a quase arruinou as chances dela terminar a temporada e finalmente tentar a convoca&ccedil;&atilde;o para a Sele&ccedil;&atilde;o. Ningu&eacute;m sabia se era uma virose, intoxica&ccedil;&atilde;o alimentar ou o mais preocupante: Dengue. Mas determinada a jogar, ela foi treinar no dia seguinte independentemente do que estava sentindo. Durante o treino, os sintomas dela pioraram e ela foi obrigada a ir para o hospital. Ap&oacute;s tratamento intravenoso Aline foi liberada para voltar para casa naquela noite. Sem conseguir comer durante 48 horas por causa do vomito e disenteria, ela dormiu o m&aacute;ximo que p&ocirc;de e lutando para salvar suas &uacute;ltimas energias para o jogo na quarta-feira. Um pouco antes da partida come&ccedil;ar, a base de medicamentos e um pacote de sais minerais, Aline conseguiu encontrar for&ccedil;as para jogar. Pra acrescentar ainda mais ao drama, as expectativas naquela noite eram altas: ela tinha que ter uma grande atua&ccedil;&atilde;o, superar tudo que estava sentindo pois os t&eacute;cnicos da sele&ccedil;&atilde;o brasileira estariam estariam assistindo o jogo e de olho nela. O seu lugar na lista de convocadas ainda n&atilde;o estava garantido, e cada jogada era importante.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Dar tudo de si &eacute; um conceito importante: significa dar mais do que voc&ecirc; pode. Aline levantou naquela noite, e tentou n&atilde;o transparecer para ningu&eacute;m o seu estado f&iacute;sico, nem</span></font><br /><font color="#454545"><span>para o seu pr&oacute;prio time. Motivadas pela for&ccedil;a da goleira agindo como uma &acirc;ncora, as Guerreiras Gren&aacute;s lutaram para conseguir o empate de 1-1. Jovens atletas anotem: raramente vamos testemunhar algu&eacute;m que consiga ter resist&ecirc;ncia f&iacute;sica e mental como a Aline mostrou naquela noite.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Nenhum obst&aacute;culo poderia deter Aline. Disciplina &eacute; constantemente pensar no que voce quer e no que precisa fazer para alcan&ccedil;ar. Aline iria construir o sonho tijolo por tijolo: manh&atilde;, tarde e noite. Realizar algo significa centenas de marteladas, golpe atr&aacute;s de golpe, pacientemente, at&eacute; conseguir esculpir a escultura perfeita. Qualquer um que j&aacute; aprendeu a tocar uma m&uacute;sica, quebrou um record, ou finalmente completou uma maratona, entendem o significado do ditado: "&aacute;gua mole em pedra dura, tanto bate at&eacute; que fura" e valorizaram o valor da persist&ecirc;ncia na hora de conquistar um objetivo.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Por que a Aline tomou essa decis&atilde;o de retornar aos gramados? Por que ela decidiu se arriscar em tudo isso?&nbsp;</span></font><br /><font color="#454545"><span>Parece loucura.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>&nbsp;"... tra&ccedil;ar um caminho com o cora&ccedil;&atilde;o".&nbsp;</span></font><br /><font color="#454545"><span>Foi isso que Aline se prop&ocirc;s a fazer quando decidiu retornar ao futebol. Ela prestou aten&ccedil;&atilde;o &agrave; voz no seu subconsciente dizendo "voc&ecirc; ainda n&atilde;o terminou".&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Aline &eacute; uma pioneira nata. Sempre foi.</span></font><br /><font color="#454545"><span>Come&ccedil;ando nos campos de Campinas onde cresceu, at&eacute; seus anos na faculdade, onde superou graves les&otilde;es que poderiam ter acabado com a carreira de muitos, conquistando o seu lugar entre os melhores de todos os tempos da UCF e entrando merecidamente no livros dos recordes da universidade.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>E aqui vai algo sobre pessoas com esp&iacute;rito pioneiro: elas t&ecirc;m que se esfor&ccedil;ar muito, mais do que todo o resto. Quando voc&ecirc; &eacute; o primeiro a tentar algo, os holofotes est&atilde;o sempre apontados para voc&ecirc;. Parece que&nbsp; voc&ecirc; nunca pode parar de dar o seu melhor e provar pras pessoas que aquilo &eacute; poss&iacute;vel. Aline n&atilde;o s&oacute; provou pra todos o qu&atilde;o talentosa ela &eacute;, mas tamb&eacute;m, junto com todas da sele&ccedil;&atilde;o brasileira, inspirou milhares de jogadores de gera&ccedil;&otilde;es mais novas, motivando-as a correr atr&aacute;s dos seus sonhos.</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Como uma americana f&atilde; de futebol, se voc&ecirc; tiver a chance de assistir um jogo do Brasil com Brasileiros, eu realmente recomendo. A paix&atilde;o cresce, o r&aacute;pido portugu&ecirc;s vai ficando cada vez mais alto e a empolga&ccedil;&atilde;o aumenta a cada jogada. Brasileiros exalam felicidade. Eu me lembro de uma tarde em meados de Junho de 2015, assistindo o Brasil na TV, durante a fase de grupos da Copa do Mundo. A vida estava boa em Marina Del Rey: tr&ecirc;s amigas descansavam no sof&aacute;, ta&ccedil;as de vinho nas m&atilde;os, comendo "chips" com hommus.&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545">O telefone da Aline continuava ocupado com mensagens atr&aacute;s de mensagens sobre o jogo. E eu enchendo o saco dela porque ela deveria estar no gol do Brasil e n&atilde;o se divertindo com a gente. Ela sorriu, mas pareceu refletir sobre o assunto. Eu esperava esse tipo de humildade da parte dela. Mas naquele momento, eu percebi que seus sonhos come&ccedil;aram a renascer. Quanto mais Aline refletia sobre a possibilidade de retornar aos gramados, mais alta foi ficando a voz da sua intui&ccedil;&atilde;o, batendo na porta e alertando que a sua carreira de jogadora ainda n&atilde;o havia acabado.</font>&nbsp;<br /><font color="#454545"><br /><span>E superando seus pr&oacute;prios medos, ela teve que decidir se lutaria para que se seus sonhos se tornassem realidade ou n&atilde;o. Eu sou t&atilde;o grata por ela ter acreditado que sim!&nbsp;</span></font><br /><br /><font color="#454545"><span>Uma salva de palmas pra voc&ecirc; Aline. Obrigada por nos ensinar como honrar o que estamos destinados a fazer e a nunca desistir dos nossos sonhos.</span></font></font><br /><br /><font color="#454545"><font size="4">Autora: Caroline Carter Bond</font></font></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>